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IX Semana Inclusiva e I Encontro Setembro Surdo ampliam debate sobre acessibilidade e inclusão no Campus Serra Talhada


O Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) do campus Serra Talhada do IFSertãoPE promoveu, nos dias 23 e 24 de setembro, a Semana Inclusiva e o I Encontro Setembro Surdo. A programação reuniu estudantes, servidores e convidados em atividades voltadas à reflexão sobre acessibilidade, inclusão e respeito às diferenças no ambiente educacional.

Coordenado pela professora Daniela Santos, o NAPNE desenvolve ações direcionadas ao fortalecimento da educação inclusiva e à ampliação das discussões sobre acessibilidade no contexto institucional. A realização dos eventos buscou proporcionar espaços de formação, diálogo e compartilhamento de conhecimentos relacionados à inclusão e à diversidade.

 

As atividades tiveram início na noite do dia 23, com a Oficina de Audiodescrição, ministrada pelo professor Davi Figueiredo. A atividade abordou recursos voltados à descrição de elementos visuais, contribuindo para a discussão sobre estratégias de acessibilidade e ampliação do acesso à informação por pessoas com deficiência visual.

No dia 24, a programação foi retomada com o recital do Projeto de Música, conduzido pelo professor Raphael Mota. Na sequência, o professor Luan Brito, juntamente com estudantes do 3º ano do curso Técnico de Nível Médio Integrado em Edificações, realizou uma exposição de jogos em Libras, proporcionando aos participantes uma abordagem interativa para o contato e a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais.

 

No período da tarde, a programação contou com a palestra “Desafios da inclusão: quando a barreira não está na pessoa, mas no ambiente”, promovida em parceria com a UNINASSAU. A atividade trouxe reflexões sobre as barreiras existentes nos diferentes espaços sociais e educacionais e a importância da construção de ambientes mais acessíveis e inclusivos.

Ao longo dos dois dias, a Semana Inclusiva e o I Encontro Setembro Surdo contribuíram para ampliar o debate sobre acessibilidade e educação inclusiva no campus, e destacaram a importância da construção coletiva de práticas institucionais que promovam o respeito às diferenças e condições de acesso às atividades acadêmicas.

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